Janeiro Branco


Janeiro Branco - Importância da saúde Emocional

Sabemos que ter uma boa saúde emocional é necessária, estar de bem com a gente mesmo, ter paz... mas nem sempre é tão fácil não é mesmo?

O Janeiro Branco foi inspirado no Outubro Rosa para que todos tenham maiores esclarecimentos e dicas sobre a saúde emocional. O mês de janeiro foi escolhido para ser símbolo da campanha pelo fato de que culturalmente existe um clima de início de ciclos e renovação de projetos de vida, já o branco foi escolhido por ser a somatória de todas as cores e o ponto de partida de qualquer projeto.

A campanha pretende sair das práticas curativas onde a doença já está instalada. A prevenção é a meta, ou seja, o fortalecimento emocional e a informação, pois, qualquer pessoa passa por dificuldade, e precisa entender que é necessário falar sobre as dores, as emoções e buscar cuidados pertinentes para isso.

Para conseguirmos este fortalecimento emocional, acredito que tenhamos que treinar a “musculatura emocional”. Quando você quer emagrecer você não faz um acompanhamento nutricional diário para ter sucesso? Ou quando você quer desenvolver seu corpo, não vai a uma academia muitas vezes ao dia para conseguir este resultado?

Com a nossa mente não é diferente, temos que ter hábitos diários saudáveis também, ou seja: treinar, praticar e exercitar.

Sim, ser feliz dá trabalho! Mas depois que você conquista este estado, a vida é diferente, você tem paz, mesmo diante do piores acontecimentos. Quando temos um elevado equilíbrio emocional, os nossos comportamentos correspondem ao nosso propósito, e as nossas ações correspondem às nossas intenções.

Então vamos lá! Vamos as práticas necessárias para o nosso equilíbrio:

- Desenvolvimento pessoal: Devemos treinar nos comunicar melhor com o outro, ser assertivo (não ser agressivo, nem passivo), fazer uma reflexão sobre o que as pessoas falam e fazem e perceber os seus sentimentos e pensamentos sobre o que acontece.

- Falar sobre as emoções: estar triste ou estar com raiva não é errado, somo seres humanos. O que é errado é como nos comportamos quando estamos sentindo isto. Por exemplo, alguém dá um tapa em você. Você não deve fazer o mesmo, e sim conversar, questionar e tentar chegar a um acordo.

- Seja flexível: quando somos flexíveis, nos abrimos para ver além do que se mostram as coisas ou pessoas. Também nos abrimos para conhecer coisas novas e experimentamos novas sensações. Se você é aquele que diz assim: eu sou assim e não vou mudar... é um alerta, perigo! Não é feio mudar, mudar significa amadurecimento! Ouça mais as pessoas!

São muitas as dicas, mas a que considero a mais importante seria esta última!

- Considere esta ideia: A realidade pode existir onde quer que a nossa mente se foque.

Por exemplo, nós conseguimos reavivar uma memória de dor, e em questão de segundos, trazê-la para a nossa vida. Nós conseguimos ainda reviver a experiência emocionalmente. Quando o fazemos, quer gostemos ou não, o nosso cérebro cria uma liberação intensa de sinais químicos para o corpo, e produz praticamente o mesmo efeito da experiência original. A nossa atenção é dinâmica. Conseguimos projetá-la para o futuro ou conseguimos transportá-la para o passado. A nossa livre atenção pode ser a nossa maior dádiva ou o nosso maior pesadelo. Consequentemente se conseguirmos desenvolver a “musculatura emocional” tal qual um atleta desenvolve os seus músculos, desenvolvemos igualmente a capacidade de nos controlar, ter mais ânimo, não ter ansiedade... ou seja, estar em paz.

Experimente todos os dias, fechar seus olhos por um instante e pensar em momentos bons de sua vida... um abraço gostoso, um dia alegre com os amigos, uma conquista, um momento de segurança... quanto mais fizer, e quanto mais reviver as cenas em detalhes, mais você estará criando hormônios bons dentro de você, que superam os hormônios ruins. Desta forma você está se fortalecendo emocionalmente!

E uma última dica, para você que já está com algum problema maior ou não consegue resolver sozinho, não tenha preconceito, procure um Psicólogo, este profissional não trata de “loucos” como se acreditava antigamente. Todos nós passamos por inquietações durante a vida e isto não precisa se transformar em um transtorno maior.


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© Cíntia Meneghini Lipke